quarta-feira, abril 27, 2005
Centro Dramático Sentimental organiza 20ª edição da “Photo Popular”
Decorreu no passado fim-de-semana, na antiga FIL, a 20ª edição do “Photo Popular”, festival de fotografia organizado pelo Centro Dramático Sentimental (CDS). O “Photo Popular” deste ano centrou-se no tema “Um Líder Um Retrato”. Esta mostra pretendeu divulgar e premiar imagens que personifiquem a ideia de liderança.
Entre os artistas que marcaram presença o destaque vai para dois colectivos, o “2009” e “Portugal Já”.
Os artistas do “Portugal Já”, exibiram um conjunto de fotografias, sem título, que apresentavam perspectivas de correias. Um objecto que, de uma forma peculiar, personifica a ideia de Liderança. Não fosse a correia uma tira de couro, cujas extremidades se prendem aos chifres do boi e pela qual este é guiado.
O colectivo “2009”, preferiu fazer uma abordagem cronológica de um lugar que simboliza o sentimento de poder, de persistência e de segurança - o castro. Esse magnífico sitio, essa sombra protectora, debaixo da qual um punhado de homens, com alguma coragem e muito querer, podia vencer qualquer inimigo. Um castro não se conquistava, apenas, com hostes numerosas e devidamente arregimentadas. Para derrubar tal fortaleza era preciso um líder. Um general com ambição, audácia, persistência, alma e muita paciência.
Os grandes vencedores foram os artistas do colectivo 2009, que agora, vão ter o privilégio de ver uma imagem de sua autoria exposta na prestigiada galeria do CDS. O acervo do CDS conta com mais de uma dezena de obras, de uma diversidade excepcional. Neste espaço está patente uma exposição permanente denominada “Líderes, Passado e Presente”. Esta mostra propõe uma viagem através de obras realizadas ao longo de mais de trinta anos, integrando imagens de grande multiplicidade, onde se inclui: “Amoreiral”, “O Monteador”, “Pórtico “ e o triste “Amarecer na Costa.
Recentemente um escândalo assolou esta galeria. Peritos do Centro Dramático concluíram que “O Fundador”, fotografia de grande simbolismo, continha mensagens subliminares. Sem grandes explicações a imagem foi retirada da exposição. Muito se falou do destino dado a tão ilustre retrato, mas de concreto pouco se sabe. A única certeza é de que Dan Brown terá encontrado, nesta história, material escaldante para um novo romance.
Entre os artistas que marcaram presença o destaque vai para dois colectivos, o “2009” e “Portugal Já”.
Os artistas do “Portugal Já”, exibiram um conjunto de fotografias, sem título, que apresentavam perspectivas de correias. Um objecto que, de uma forma peculiar, personifica a ideia de Liderança. Não fosse a correia uma tira de couro, cujas extremidades se prendem aos chifres do boi e pela qual este é guiado.
O colectivo “2009”, preferiu fazer uma abordagem cronológica de um lugar que simboliza o sentimento de poder, de persistência e de segurança - o castro. Esse magnífico sitio, essa sombra protectora, debaixo da qual um punhado de homens, com alguma coragem e muito querer, podia vencer qualquer inimigo. Um castro não se conquistava, apenas, com hostes numerosas e devidamente arregimentadas. Para derrubar tal fortaleza era preciso um líder. Um general com ambição, audácia, persistência, alma e muita paciência.
Os grandes vencedores foram os artistas do colectivo 2009, que agora, vão ter o privilégio de ver uma imagem de sua autoria exposta na prestigiada galeria do CDS. O acervo do CDS conta com mais de uma dezena de obras, de uma diversidade excepcional. Neste espaço está patente uma exposição permanente denominada “Líderes, Passado e Presente”. Esta mostra propõe uma viagem através de obras realizadas ao longo de mais de trinta anos, integrando imagens de grande multiplicidade, onde se inclui: “Amoreiral”, “O Monteador”, “Pórtico “ e o triste “Amarecer na Costa.
Recentemente um escândalo assolou esta galeria. Peritos do Centro Dramático concluíram que “O Fundador”, fotografia de grande simbolismo, continha mensagens subliminares. Sem grandes explicações a imagem foi retirada da exposição. Muito se falou do destino dado a tão ilustre retrato, mas de concreto pouco se sabe. A única certeza é de que Dan Brown terá encontrado, nesta história, material escaldante para um novo romance.
