domingo, maio 08, 2005
Deputados vão escutar Mozart nas reuniões do Plenário
Morreu, na passada semana, Gordon Shaw, físico norte-americano que durante décadas estudou os efeitos da música clássica sobre o cérebro. No início dos anos 90, Shaw publicou um estudo no qual estudantes universitários que escutaram uma sonata de Mozart apresentaram uma subida temporária no QI. Nas palavras do físico norte-americano, “Mozart não torna ninguém mais esperto de forma permanente”, no entanto ouvir esta música pode funcionar como uma espécie de exercício de aquecimento para as zonas do cérebro que lidam com o pensamento abstracto. O QI dos estudantes que escutavam Mozart podia subir até nove pontos, mas os efeitos dissipavam-se em dez minutos. (adaptado da edição do Público de 06-Mai-05, pág. 40).
Recentemente Jorge Sampaio tomou conhecimento dos estudos de Shaw. Segundo a agência Viriato, o presidente ficou impressionado com os pretensos efeitos da música clássica sobre o cérebro. Jorge Sampaio terá mesmo manifestado a sua disponibilidade para, em conjunto com o Governo e os partidos com assento parlamentar, desenvolver as diligências necessárias para promover a audição de Mozart durante as sessões plenárias da Assembleia da República.
Recentemente Jorge Sampaio tomou conhecimento dos estudos de Shaw. Segundo a agência Viriato, o presidente ficou impressionado com os pretensos efeitos da música clássica sobre o cérebro. Jorge Sampaio terá mesmo manifestado a sua disponibilidade para, em conjunto com o Governo e os partidos com assento parlamentar, desenvolver as diligências necessárias para promover a audição de Mozart durante as sessões plenárias da Assembleia da República.
