segunda-feira, janeiro 16, 2006
A malta, verdadeiramente amadora do desporto, toma Estrelitas ao pequeno-almoço!
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Estou deveras chateado. O culpado de tal enfado é o FCP, ou melhor, o verdadeiro culpado é o Estrela. A derrota de ontem, deixou o Dragão que há em mim a cuspir fogo por todos os orifícios do corpo. Mesmo por aqueles em que não era suposto tal ter acontecido. Para acalmar, liguei a telefonia, na tentativa de escutar uma melodia relaxante. Puro engano, o locutor, por certo um benfiquista trocista e galhofeiro, resolveu dedicar o “Não há estrelas no céu” do Rui Veloso, a todos os amantes do desporto rei. A minha reacção imediata foi dar um murro no rádio, enquanto, acto contínuo, lançava impropérios ao maldito locutor: “amante do desporto gay duma merda! Se pegasses nas putas das estrelas e as enfiasses pela cloaca acima!"
Estou deveras chateado. O culpado de tal enfado é o FCP, ou melhor, o verdadeiro culpado é o Estrela. A derrota de ontem, deixou o Dragão que há em mim a cuspir fogo por todos os orifícios do corpo. Mesmo por aqueles em que não era suposto tal ter acontecido. Para acalmar, liguei a telefonia, na tentativa de escutar uma melodia relaxante. Puro engano, o locutor, por certo um benfiquista trocista e galhofeiro, resolveu dedicar o “Não há estrelas no céu” do Rui Veloso, a todos os amantes do desporto rei. A minha reacção imediata foi dar um murro no rádio, enquanto, acto contínuo, lançava impropérios ao maldito locutor: “amante do desporto gay duma merda! Se pegasses nas putas das estrelas e as enfiasses pela cloaca acima!" Acreditem, eu não tenho mau perder, não gosto é que me gozem. Por isso, quando a minha mulher sugeriu que, para acalmar, assistíssemos ao DVD da “Guerra das Estrelas” eu quase deitava a casa abaixo. Mas nada de grave, apenas parti e/ou deitei fora algumas coisas sem importância, a saber: As estrelas-do-mar de borracha, com que a minha filha brincava no banho; o telescópio da minha mulher; os enfeites de Natal, a estrela do Mercedes do vizinho, os discos do “Chuva de Estrelas” e por fim, e esta foi a mais difícil, as Estrelitas da Nestlé. O pequeno-almoço vai perder todo o encanto, toda a beleza e todo o sabor. As Estrelitas eram o motor que me fazia, num salto, levantar da cama todos os dias. Porra, vocês não imaginam a angustia que senti quando, depois de as atirar pela sanita adentro, puxei o autoclismo. Mas pronto, a partir de hoje acabaram-se as Estrelitas. No entanto, agora debato-me com problema. Estou indeciso entre tomar “All-Bran”, que ao que parece tem muita fibra, logo pode ajudar-me a expelir a caca que tenho acumulada no cérebro, ou então, em alternativa, ficar-me pela tradicional e deliciosa meia de leite.
